quarta-feira, 20 de abril de 2011

A Páscoa e a Cultura Celta


A Páscoa como dita hoje é remota de tempos mais antigos, antes dos hebreus e dos primeiros cristãos, já se cultuava a páscoa. A data cultuada antes com o equinócio de primavera é quando o dia e a noite se igualam em duração. Para os antigos povos nômades era quando o tempo anunciava o fim do inverno e ao início da fase fértil do pastoreio. A celebração que séculos mais tarde passaria a se chamar páscoa se dava em torno do sacrifício de cordeiros e lebres onde o sangue servia para untava os paus da tenda e a carne era assada e repartida entre o clã. O objetivo era afastar as ameaças e trazer fertilidade ao clã e ao rebanho.

A Páscoa entre os Celtas:


Os povos pagãos não celebravam a páscoa e sim a entrada da primavera, cultuavam as Deusas da Fertilidade como Airmid para os irlandeses ou Atégina para os lusitanos, em algumas tradições celtas as deidades da fertilidade reverenciadas nesse dia eram a Deusa das Plantas (Airmid) e o Senhor das Matas (Green Man). Outras culturas a chegada da primavera é dedicada a Eostre deusa Anglo-saxã da fertilidade de onde veio a palavra em ingles Easter que signigica Páscoa.

Como ocorreu com a maioria dos antigos festivais pagãos, o equinócio da primavera foi também cristianizado e adaptado pela igreja tornando-se o que conhecemos por Páscoa.
Os antigos acendiam fogueiras ao nascer do sol, usavam coroas feitas de flores e ervas locais e também decoravam ovos cozidos. Este antigo costume pagão associado à Deusa da fertilidade ainda é praticado pelos adeptos desta cultura.


Em alguns países de origem Celta, nesta época do ano As Deusas da fertilidade são lembradas com festivais onde a população enfeita os vilarejos e casas com flores de cores vivas, ovos e desenhos de lebres. As flores representam a primavera, os ovos e as lebres representam a fertilidade, os rituais são feitos em homenagem à Natureza pedindo que os Deuses fertilizem seus campos e dê fartura aos homens que vivem sobre aquelas regiões.

O uso de Ovos na Páscoa:


Para os gregos, romanos egípcios entre outros povos o Ovo simboliza a abundancia o nascimento e imortalidade.
Tinham o costume de trocar ovos pintados e decorados entre si na Primavera em homenagens e oferendas aos deuses da fertilidade.

Na cultura celta, Eslava e outras de origem indo-européia os ovos simbolizam a fertilidade e a fartura, eram usados nos antigos ritos da fertilidade e oferecidos aos Deuses com o objetivo de atrair fecundidade para o solo e para o rebanho como também trazer fartura e boas plantações. Em algumas regiões os ovos eram pintados com vários símbolos mágicos e eram lançados nas fogueiras como oferenda às Deusas da fertilidade.

Fonte: http://www.celtastoday.com/2010/04/pascoa-e-cultura-celta.html, em 20 Abr 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO

DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO
 

1 – A CALMA Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia
 perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.


2 – A DIGNIDADE

 
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto
 de desagravo.


3 – A HABILIDADE
 

Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.


4 – A SOLIDARIEDADE
 
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim
todos poderiam comprar alguma coisa.


5 – A ORDEM
 
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas
compreensão.


6 – O SACRIFÍCIO
 

Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da
usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?


7 – A TERNURA
 

Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos
deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.


8 – O TREINAMENTO
 

Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes
foi ensinado.


9 – A IMPRENSA
 

Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens
sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos
fatos.


10 – A CONSCIÊNCIA
 

Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias
nas prateleiras e saiam calmamente.

Fonte: recebido por e-mail de Delfino em 18 Abr 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Professor

O que disse Jô Soares sobre professor
 
Jô Soares

     O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.

Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.

Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.

Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.

  Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.

Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.

Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.

Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.

Se Escreve muito, não explica.
Se Explica mto, o caderno não tem nada.

Se Fala corretamente, ninguém entende
Se Fala a 'língua' do aluno,ñ tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.

Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado,
mas, se conseguiu ler até aqui,
 agradeça a ele!

Fonte: recebido por e-mail do Delfino

terça-feira, 5 de abril de 2011

Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.

Em abril, exposição a samba e funk
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.
 
Fonte: O Globo - Renato Grandelle http://oglobo.globo.com
Fonte: recebido da Artflor